O CAMINHO “IDEAL” PARA UMA ALIMENTAÇÃO MAIS EQUILIBRADA
Você tem duas estradas para seguir: de um lado, rótulos que guiam a sua alimentação, com promessas de que aquele produto é a melhor escolha para a sua saúde; de outro, você, olhando os ingredientes, entendendo o que cada um significa, o que cabe no seu cardápio e aquilo que deve ficar de fora. Qual desses é o melhor percurso para uma alimentação saudável?

Para fazer bem para a saúde do corpo e do bolso, é bacana investir em alimentos frescos, de safra e que você encontra em feiras! Além disso, Felipe Monnerat, nutricionista e personal trainer, destaca: “é consenso que não devem faltar no prato do brasileiro, frutas, legumes e verduras”. Isso porque, de acordo com o IBGE, cerca de 82% da população ingere menos de 400g de frutas e hortaliças por dia, a quantidade ideal para uma boa nutrição.
Fazer a feira já é meio caminho andado. O problema é quando chega aos supermercados: “os alimentos industrializados geralmente possuem grandes quantidades de açúcar e sódio (sal), que é o conservante universal. Isso pode trazer dificuldades no controle da pressão arterial em hipertensos ou desencadear a doença em pessoas com predisposição”, aponta Felipe.
Não saia da rota!
Mas, calma! Nem tudo que está a seu alcance nas prateleiras é considerado ruim. “Felizmente, já existem diversas marcas no mercado com o compromisso de fazer comida industrializada sem aditivos químicos prejudiciais à saúde, sendo o mais próximo possível do natural”, destaca a nutricionista Carolina Arbache. Ou seja, quanto menos processado o alimento é, mais próximo da sua versão natural, melhor! Para isso, os alimentos podem ser definidos em três tipos: in natura, processados e ultraprocessados.
